segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Idec lança campanha por limite a reajustes dos planos de saúde

Crédito: IDEC
Na última terça-feira, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) lançou campanha contra iniciativa das operadoras de planos de saúde que têm pressionado a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a Presidência da República para desregular o setor de planos de saúde. As empresas querem o fim dos limites aos reajustes e aos cancelamentos unilaterais, regras que hoje valem para planos individuais e familiares, a realidade de cerca de 10 milhões de consumidores. Por outro lado, a campanha do Idec pede que essas regras, em vez de serem suprimidas, sejam estendidas aos mais de 40 milhões de contratos de planos coletivos (empresariais, por associações ou por sindicatos).

Para evitar essa mudança, o Idec lançou um abaixo assinado, disponível em seu site, que pede que o governo imponha regras a todos os planos de saúde e não permita que contratos sejam cancelados quando as empresas quiserem. Essas assinaturas serão entregues à Presidência da República, com cópia para a Casa Civil, o Ministério da Justiça e o Ministério da Saúde.

Atualmente, os consumidores têm seus direitos previstos no Código de Defesa do Consumidor claramente violados com os reajustes atuais, incompreensíveis e abusivos, porque são elevadíssimos e muitas vezes incidem de uma só vez, em percentuais insuportáveis. "Pesquisas do Idec mostram que, em muitos casos, os reajustes podem ser maiores que 100%. Também já detectamos em nossas pesquisas que o consumidor que quer um plano de saúde com reajuste controlado e sem cancelamento pela operadora, isto é, um plano individual ou familiar, não encontra mais. Por isso, o Idec acredita que a ANS deva regular não só os planos individuais e familiares como os coletivos", explica Joana Cruz, advogada do Idec.

Fonte: Monitor Mercantil

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Direção em Conta, novo programa da Liberty Seguros, bonifica motoristas prudentes

Crédito: Google
Empresa segue tendência global de inovação na contratação de seguro de automóveis e reinventa interação com o consumidor
A Liberty Seguros acaba de lançar o Programa Direção em Conta, que utilizará uma tecnologia chamada telemetria como ferramenta para determinar preço do seguro de automóvel, beneficiando motoristas que dirigem com segurança e de forma consciente.
 
A iniciativa visa calcular o preço do seguro de acordo com o comportamento do segurado no trânsito. Ao instalar um dispositivo no carro do usuário, diversos aspectos da maneira como o veículo é conduzido serão medidos no período de quatro meses, como a velocidade média utilizada, nível de freagem, movimentos bruscos, entre outros.
 
Durante esses quatro meses, o segurado terá acesso em tempo real ao diagnóstico e, de acordo com a sua conduta no trânsito, pode ser bonificado na renovação da apólice. É possível acompanhar todo o processo de medição por meio de um aplicativo de celular, disponível gratuitamente para iOS e Android.
 
De acordo com José Mello, superintendente de Inteligência de Marketing e Inovação da Liberty Seguros, a companhia possui mais de cinco anos de experiência de uso dessa tecnologia nos Estados Unidos e é a primeira a utilizá-la no Brasil. “O Direção em Conta é um programa inovador, pois abre um novo capítulo na forma de interagir e consumir seguros, menos focado em estereótipos de comportamento e mais baseado no perfil de cada indivíduo. Com ele, a Liberty Seguros amplia a confiança e transparência na relação entre cliente e seguradora e acompanha uma tendência mundial de valorizar o motorista que dirige com cuidado. Ao bonificarmos o segurado prudente, acreditamos que estamos colaborando para um trânsito mais tranquilo e seguro”, diz.
 
O programa começa a funcionar já esse mês em algumas concessionárias da cidade de São Paulo, e será destinado para novos segurados de automóveis zero quilômetro e seminovos. O consumidor que optar em participar desse programa, ganhará no ato até 10% de desconto no valor total do seguro.
 
Ainda em fase piloto, a ideia da companhia é expandir o número de motoristas beneficiados pela iniciativa e aumentar a área de atuação do Programa Direção em Conta para outros estados do Brasil.
 
 Sobre a Liberty Seguros
 
A Liberty Seguros atua no mercado brasileiro desde 1996 e está entre os dez maiores grupos seguradores do país. Com prêmios de R$ 2,6 bilhões e uma carteira com mais de 1,3 milhão de segurados, tem cerca de 1,5 mil funcionários, em 69 pontos de vendas em todo Brasil. Com mais de 13 mil corretores em todo o território nacional, a Liberty Seguros possui um portfólio com mais de 100 soluções de seguros para pessoas físicas, empresas e grandes riscos e está presente em diversos canais de venda. É pioneira em seguros personalizados para funcionários de empresas, o seguro de afinidade (Affinity) e é especialista na venda no canal Concessionária, por meio da marca Indiana Seguros.

Inscrições abertas para o exame de Certificação Profissional CNseg (CPC)

Crédito: CNSeg
Estão abertas as inscrições para o exame de Certificação Profissional da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), a CPC. As provas, que acontecerão no dia 4 de novembro, simultaneamente no Rio de Janeiro e em São Paulo, terão 100 questões de múltipla escolha. Para esse primeiro exame, não há exigência de formação escolar e o candidato deverá alcançar a nota mínima final de seis (6) para obter a CPC1 nível pleno.
 
As inscrições devem ser realizadas até o dia 18 de setembro pelo site http://cpc.cnseg.org.br. Nesse mesmo ambiente, o interessado poderá acessar todas as informações relacionadas ao exame, incluindo o conteúdo programático, o calendário e os locais onde serão realizadas as provas.
 
Para o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, idealizador e incentivador do projeto, o programa tem como objetivo acelerar o progresso profissional dos colaboradores do setor e sistematizar o conhecimento específico do mercado segurador, associando a teoria à prática. “A CNseg decidiu implantar a Certificação após constatar que o Brasil tem plenas condições de se alinhar a mercados que possuem uma indústria do seguro mais desenvolvida, como os Estados Unidos e a Inglaterra; e a outros com um patamar de desenvolvimento semelhante ao nosso, como é o caso da Índia”, enfatiza o executivo.
 
A diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, esclarece que a CPC1 tratará de uma visão geral do mercado, dos princípios técnicos que regem o seguro, previdência complementar aberta, saúde suplementar e capitalização, além dos aspectos legais e regulamentares, da legislação e dos normativos da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). “A Certificação tem enfoque na educação continuada do mercado segurador e no reconhecimento da qualificação técnica dos profissionais”, pontua.
 
A CNseg será a entidade certificadora do Programa e a realização dos exames, elaboração, aplicação das provas e divulgação dos resultados ficarão a cargo da Escola Nacional de Seguros. Em 2016, visando o desenvolvimento das competências específicas para o mercado segurador, a Escola Nacional de Seguros e a CNseg lançarão o Programa em formato e-learning.

 Fonte: Segs

Programa Panorama Empreendedor inicia novo ciclo em Florianópolis

Florianópolis recebeu no dia 17 de agosto a edição que inicia um novo ciclo do Panorama Empreendedor. Realizada pelo Grupo de Trabalho de Florianópolis o evento trouxe um novo tema para debate, o “Contrato X Sinistro”.
 
Luciano Ambrosini, responsável pelas ações educacionais, de cursos e eventos do grupo, fez abertura da edição apresentando o palestrante Alberto Muller da Silva, e falando sobre o formato e a importância do programa.
 
O palestrante é diretor da Yasuda Marítima Seguros S.A, vice-presidente do SindsegRS, administrador de empresas formado pela PUC/RS, e pós-graduado em Marketing pela UNISINOS/RS.
Alberto iniciou sua apresentação falando de conceitos de contrato e apólice, apresentando as suas particularidades, aspectos gerais e especiais.
 
Entrando no tópico sinistro, o palestrante apresenta diversos casos, trazendo fotos, exemplos onde ocorreram rateios, ausências de coberturas técnicas, riscos excluídos e mostrando na prática, com dados reais, como foi procedida a indenização. Dessa forma todos puderam entender as diversas situações envolvendo o contrato de seguros e o sinistro.
Alberto finaliza com o tópico “Consultor de Seguros” enfatizando que esse profissional é aquele que é capaz de solucionar problemas. Segundo ele, as características mais importantes do consultor é saber ouvir, negociar, sugerir soluções e conhecer o risco. Dentro desses tópicos, Alberto dá dicas preciosas para o profissional desenvolver a sua comunicação pessoal e trabalhar aspectos essenciais para ser um Consultor de Seguros.
 
Ao final de sua apresentação o palestrante agradeceu a presença dos convidados e a sua participação, se colocando a disposição para eventuais dúvidas. Os convidados dessa edição contribuíram para o enriquecimento do programa, dividindo experiências e situações do dia a dia e promovendo a integração entre profissionais, realizando o objetivo do Panorama Empreendedor.
 
 Fonte: SEGS

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Com a alta de fraudes, consumidores devem ficar atentos, alerta CCFácil

O monitoramento de CPF é um dos serviços que mais crescem na CCFácil, empresa de monitoramento do ABC Paulista
 
A cada 15 segundos um consumidor é vítima de tentativa de fraude conhecida como roubo de identidade no Brasil. Na modalidade de crime, os dados pessoais são usados para obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos ou fazer um negócio sob falsidade ideológica. Os dados são alarmantes e ressaltam a importância do monitoramento do CPF para não ter surpresas desagradáveis na hora de utilizar crédito.
 
O serviço permite ver informações do CPF e previne fraudes, além de manter a pessoa informada caso alguma empresa consulte seu CPF. “Muitos deles praticam atitudes arriscadas quando o assunto são contas atrasadas”, afirma Alexandre Carvalho, gerente geral da CCFácil, empresa de monitoramento que atua em todo o país e oferece serviços de monitoramento de CPF, CNPJ, entre outros serviços, para todo o Brasil.
 
Em vista da alta do número de fraudes no país, o executivo aponta para os consumidores os benefícios de monitorar os dados. “Verificar se o seu nome está limpo é o principal ponto positivo quando adquire o serviço. Além disso, é possível fazer a prevenção de fraudes e saber se tem alguma dívida em seu nome”, explica. Outras vantagens do serviço são: manter-se informado caso alguma empresa consulte o nome; saber se o consumidor poderá ser negativado com antecedência e informar as empresas que ele é sócio, ou que foram abertas em seu nome.
 
Sobre a empresa
 
Com sede em São Caetano do Sul, no ABC paulista, a CCFácil foi fundada em 2005 e é hoje o maior distribuidor de consultas da Serasa Experian no Brasil. A empresa está sempre antenada à situação financeira de seus clientes e realiza serviços de análise de crédito por meio de um sistema pré-pago, além de transmitir dicas de educação financeira por meio de sua fan page https://www.facebook.com/ccfacil. Para saber mais informações sobre a empresa, acesse https://www.ccfacil.com.br.


Fonte: SEGS

4 investimentos simples e seguros para desapegar da poupança

São Paulo - O rendimento da poupança tem sido bem inferior ao de outros investimentos, mas tem quem deixe o dinheiro aplicado na caderneta por pura falta de conhecimento sobre as outras opções de aplicações disponíveis no mercado.
Para te ajudar na tarefa de explorar boas oportunidades de investimento, ou deixar a preguiça de lado (se esse for o caso) e, enfim, buscar um retorno melhor para o seu dinheiro, EXAME.com listou algumas aplicações que podem ser boas alternativas para quem sempre quis se divorciar da poupança, mas tem medo de se aventurar por outros mares.
São investimentos com baixo risco, pouco complexos e com rendimentos que deixam a poupança no chinelo. Veja a seguir.

Tesouro Selic

O Tesouro Selic (antes chamado de LFT) é um título público, negociado por meio da plataforma de negociação online Tesouro Direto. Ele paga ao investidor a variação da taxa básica de juros - a taxa Selic - durante o período da aplicação.
Como o emissor dos títulos é o governo, ele tem baixíssimo risco de crédito, que seria o risco de o emissor desonrar o pagamento. “O risco é menor do que o da poupança, já que, enquanto a poupança conta com a segurança do FGC [Fundo Garantidor de Crédito], o Tesouro Direto conta com a segurança do governo”, diz André Moraes, analista da XP Investimentos.
Ainda que alguns investidores questionem se o risco de calote dos títulos públicos é de fato baixo, economistas dizem que a probabilidade de o governo desonrar os pagamentos dos títulos é remota. Apenas para citar um dos argumentos que reforça o baixo risco de crédito do Tesouro, como os títulos são emitidos em reais, no limite o governo poderia emitir papel-moeda para honrar os pagamentos (veja por que o risco de calote do Tesouro é baixíssimo).
Diferentemente de outros títulos públicos, o Tesouro Selic também não apresenta risco de prejuízo ao ser vendido antes do prazo, já que ele paga a variação da taxa Selic, que é sempre positiva. No máximo ele pode ter um pequeno deságio, que seria uma taxa deduzida da variação da Selic paga para compensar o Tesouro pela venda antes do prazo em um momento de baixo interesse pelo papel.
Mas nada que se compare ao risco de prejuízos dos outros títulos, que ao serem vendidos antes do vencimento podem gerar perdas significativas do valor investido (conheça os riscos de cada título).
Outra grande vantagem, comum a todos os títulos públicos, é que eles são muito democráticos: o investidor que aplica 100 reais tem exatamente a mesma rentabilidade de quem aplica 1 milhão de reais.
O investimento também é bem acessível. O investidor pode comprar apenas uma fração de um título, desde que não compre menos de 1% de um título e não invista menos de 30 reais. Como o Tesouro Selic é atualmente vendido por 7.058,52 reais, com 70,58 reais (1% do título) já é possível fazer a aplicação (veja os preços dos títulos à venda).
É importante tomar cuidado com as taxas de administração cobradas pelas instituições financeiras autorizadas a negociar os títulos públicos, chamadas de agentes de custódia. Enquanto algumas isentam o investidor do pagamento dessa taxa, outras chegam a cobrar até 2% ao ano, o que compromete os ganhos (confira a lista de agentes de custódia e as taxas cobradas por cada um deles).
Uma das principais desvantagens dos títulos públicos é o desconto de Imposto de Renda (IR): aplicações feitas em até 180 dias são tributadas à alíquota de 22,5%; de 181 dias a 360 dias o imposto cai para 20%; de 361 a 720 dias vai para 17,5%; e acima de 721 dias é aplicada a menor alíquota, de 15%. 
Ainda assim, o rendimento do Tesouro Selic em um ano (quando o desconto de IR é de 20%) é de 11,48%, considerando a Selic atual, de 14,25% ao ano. Ou seja, fica bem acima dos 7,56% ao ano da poupança (rentabilidade da caderneta nos últimos 12 meses, segundo a Calculadora do Cidadão, do Banco Central), que é isenta de IR.

Certificado de Depósito Bancário (CDB)

Ao aplicar em um CDB, o investidor empresta dinheiro ao banco e é remunerado por isso, enquanto o banco utiliza os recursos captados para emprestá-los a outros clientes. Assim, o banco pega o seu dinheiro em uma ponta e empresta na outra, pagando uma taxa menor para captar do que aquela cobrada para emprestar, o que garante seu lucro.
O mais comum é que os CDBs sejam pós-fixados e atrelados à taxa DI, o que significa que eles pagam ao investidor certo percentual dessa taxa, que fica muito próxima à taxa Selic.
Moraes, analista da XP Investimentos, afirma que os CDBs podem ser uma boa alternativa à poupança, sobretudo pelo baixo risco. “Esse investimento tem exatamente a mesma segurança que a poupança porque ambos contam com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito [FGC], mas o retorno do CDB chega a ser o dobro do retorno da caderneta”, diz.
O FGC é uma entidade mantida pelos próprios bancos para garantir a segurança do mercado financeiro. Em caso de quebra do banco, ele reembolsa ao investidor o seu prejuízo, mas até o limite de 250 mil reais por conta e por CPF. Ou seja, se o investidor aplicar 300 mil reais em um só banco, mesmo que o valor seja dividido entre títulos diferentes, o limite de reembolso é de apenas 250 mil reais.
Além disso, como a proteção é válida por conta, mesmo que duas pessoas sejam titulares de uma conta conjunta o reembolso em caso de prejuízo será de 250 mil reais e não de 500 mil reais.
Ainda que os CDBs sofram desconto do Imposto de Renda (IR) – enquanto LCIs e LCAs são isentas, como será visto a seguir – o banco pode oferecer uma rentabilidade mais alta para os CDBs do que para os investimentos isentos porque os valores captados com esse título não precisam ser destinados para uma linha de crédito específica, como ocorre com as LCIs e LCAs.
É importante, portanto, comparar a rentabilidade líquida do CDB (descontado o IR), para verificar se sua remuneração é superior a de outros investimentos que são isentos.
Vale ressaltar que o CDB é um produto cujas taxas de remuneração costumam ser negociadas com o banco. Assim, se você for um cliente antigo, ou tiver um bom volume de recursos para investir, não deixe de tentar negociar uma taxa maior.
Os bancos menores costumam oferecer taxas mais atraentes, já que eles têm mais risco de quebrar e não captam clientes com a mesma facilidade dos bancos grandes e mais conhecidos. Nos bancos médios é possível encontrar facilmente CDBs que pagam mais de 100% da taxa DI, já nos bancos médios normalmente é oferecido um percentual de 90% da taxa, ou menor.
Outra vantagem dos CDBs é que muitos oferecem liquidez diária, ou seja, permitem o resgate do valor investido a qualquer momento. No entanto, as melhores remunerações são obtidas nos CDBs de longo prazo, com vencimento em um, dois ou três anos.
No caso do banco Sofisa, por exemplo, um CDB com liquidez diária paga 100% do CDI, já um CDB com prazo de três anos, que só permite o resgate no vencimento, rende 110% do CDI.
Os CDBs também costumam ser muito acessíveis. No banco Sofisa, por exemplo, é possível investir com apenas 1 real.

Letra de Crédito do Agronegócio (LCA)

A LCA é o título emitido pelos bancos para financiar participantes da cadeia doagronegócio. Sua principal vantagem é a isenção de IR, benefício concedido pelo governo como forma de incentivar o crédito ao setor.
Já as desvantagens da LCA são os prazos de vencimento mais longos e a exigência de aportes maiores do que o CDB. Alguns bancos exigem aportes de dezenas de milhares de reais para a LCA, ou podem nem oferecer esta opção. No entanto, bancos como o Sofisa já oferecem LCAs com aportes mínimos de 1 real.
André Moraes, analista da XP, afirma que, por mais que a oferta de CDBs seja mais abundante e as LCIs e LCAs tenham ficado mais escassas nos últimos anos, o investidor ainda consegue encontrar esses títulos sem grande dificuldade no mercado. “É possível encontrar produtos na prateleira com boas taxas, de até 97% da taxa DI, e com aportes mínimos de 10 mil reais”, diz.
As  LCAs também contam com a proteção do FGC, assim possuem o mesmo risco de crédito que a poupança, que também é protegida pela entidade.
A baixa liquidez, ou seja, a dificuldade de resgatar os recursos antes do prazo deve ser um ponto a ser considerado. “Algumas LCAs têm prazos de vencimento superiores a um ano ou dois e o investidor não consegue resgatar os recursos antes desse prazo”, diz Moraes.
Assim, por mais que a rentabilidade da LCA seja superior a de outras opções, como os CDBs, a aplicação pode não valer a pena para investidores que não têm certeza se realmente podem abrir mão dos recursos durante o prazo do investimento.

Letra de Crédito Imobiliário (LCI)

Muito semelhante à LCA, a LCI também conta com isenção de IR e é o título emitido pelos bancos para obtenção de recursos destinados a financiamentos dosetor imobiliário. Sua desvantagem pode ser o aporte inicial elevado e o prazo mais longo.
Assim como as LCAs, é mais comum que os bancos exijam aportes elevados para investimentos em LCIs. Mas, novamente, vale ressaltar que alguns bancos podem aceitar aportes menores, como o Sofisa, que permite ao investidor aplicar em LCIs com apenas 1 real.
A remuneração da LCI, assim como do CDB e da LCA, pode variar muito de acordo com a estratégia de cada banco. Se por ventura o banco precisar captar recursos para fornecer crédito a um empreendimento imobiliário, por exemplo, ele pode emitir LCIs com taxas superiores às taxas da LCA e do CDB.
Por isso, é importante pesquisar entre diferentes bancos as taxas oferecidas e comparar as rentabilidades dos CDBs, LCIs e LCAs para checar qual título oferece o maior rendimento - lembrando que, ao comparar o rendimento com o CDB é importante descontar o IR cobrado.
A LCI tem o risco de crédito semelhante ao da poupança e da LCA, já que também conta com a proteção do FGC. 
Fundos DI
Os fundos referenciados DI são tipos de fundos que aplicam majoritariamente em investimentos que acompanham as variações da taxa DI. Eles oferecem baixo risco, já que os investimentos atrelados à taxa DI costumam ser conservadores.
Apesar de não contarem com a proteção do FGC, como os fundos possuem CNPJ próprio, por mais que a instituição responsável pelo fundo vá à falência, o fundo não é afetado, apenas passa a ser gerido por outra instituição.
William Eid, professor da Fundação Getúlio Vargas cita como principal vantagem dos fundos sua facilidade. “A partir de 100 reais é possível investir em fundos DI, enquanto LCIs, LCAs e CDBs, principalmente nos grandes bancos, exigem aportes maiores”, afirma.
As desvantagens do investimento são a taxa de administração e o desconto de IR, cobrado por meio do sistema de tributação conhecido como "come-cotas", no qual o imposto é cobrado duas vezes ao ano (em maio e novembro) e é deduzido por meio da redução do número de cotas do fundo - daí seu apelido. 
Ainda que esses fundos possam atingir o rendimento de 100% da taxa DI, como alguns CDBs e o Tesouro Selic, com o desconto da taxa de administração eles podem facilmente perder dessas outras aplicações. As taxas variam bastante, mas costumam partir de 1% e chegam a até 5% ao ano, taxa considerada caríssima.
Outro problema dos fundos DI é que não existe nenhuma garantia de que o fundo conseguirá atingir a uma rentabilidade de 100% da taxa DI, portanto cabe ao investidor buscar um gestor com bom histórico, que seja capaz de bater a taxa DI.
Por conta dessas desvantagens, André Moraes defende que os fundos DI são interessantes apenas para investidores que querem deixar toda a responsabilidade para o gestor.
“Eles são indicados somente para investidores que não querem se preocupar de forma alguma com prazos, onde investir, etc. Por mais que o gestor do fundo seja muito bom, por causa da taxa de administração ele nem sempre ele consegue superar a taxa DI, enquanto CBDs, LCIs e LCAs, superam facilmente", diz Moraes.

Comparativo

Confira na tabela a seguir uma comparação entre os rendimentos de cada uma das aplicações citadas acima em prazos de um ano e dois anos e o investimento mínimo de cada uma delas. 
No caso dos CDBs, LCIs e LCAs foram considerados percentuais da taxa DI comumente oferecidos no mercado, mas os rendimentos podem variar de acordo com o banco. E no caso dos fundos DI foi considerada uma rentabilidade de 100% da taxa DI, mas, da mesma forma, dependendo da gestão, o fundo pode apresentar uma rentabilidade superior ou inferior à apresentada abaixo.
Aportes e rendimentosTesouro SelicCDBLCILCAFundos DI
Investimento mínimoR$ 70,58 (1% do título que atualmente custa R$ 7.058,52R$ 1,00**R$ 1,00**R$ 1,00**R$ 100,00
Rendimento em um ano*11,48% (investimento por instituições que não cobram taxa de administração)11,76% (CDBS que pagam 100% do DI)12,75% (LCI que paga 90% do DI)12,75% (LCA que paga 90% do DI)10,93% (fundo DI que rende 100% da taxa DI, com taxa de administração de 1% ao ano)
Rendimento em 25 meses*(quando o IR cai para 15%)26,50% (investimento por instituições que não cobram taxa de administração)27,19% (CDBS que pagam 100% do DI)28,39% (LCI que paga 90% do DI)28,39% (LCI que paga 90% do DI)25,40% (fundo DI que rende 100% da taxa DI, com taxa de administração de 1% ao ano)
*Para facilitar o cálculo, todos os rendimentos da tabela consideraram uma taxa DI igual à atual taxa Selic, de 14,25% ao ano. Apesar de ficar próxima à taxa Selic, no entanto, a taxa DI costumam ficar um pouco abaixo da taxa básica de juros.
**1 real é o investimento mínimo exigido pelo Banco Sofisa, mas outros bancos costumam exigir aportes maiores, sobretudo no caso das LCIs e LCAs, que costumam exigir investimentos de pelo menos 10 mil reais.

Diversifique

Ainda que as aplicações citadas estejam entre as mais conservadoras do mercado, nenhum investimento está totalmente livre de riscos.
Por isso vale a pena seguir a velha e boa dica de não colocar todos os ovos numa cesta só. Assim, você não corre o risco de concentrar todos os recursos em um investimento e perder 100% do dinheiro se o improvável ocorrer, afinal outros investimentos podem segurar a onda.

Fonte: Exame

Iniciativas da YASUDA MARÍTIMA são destacadas no 3º Conseg-PE

Francisco Vidigal Filho - Presidente da Yasuda Marítima
O presidente da Yasuda Marítima, Francisco Vidigal Filho, comentou sobre a estruturação da companhia após a fusão das seguradoras, ocorrida no ano passado. De acordo com ele, a integração dos sistemas foi concretizada em junho desse ano e, nos próximos meses, conforme o executivo, a companhia fará ajustes finais nessa área, o que irá estabilizar a prestação de serviços ao corretor.
O executivo comentou ainda que a companhia está sendo reestruturada em termos técnicos e de produtos. “Esse ano contratamos gerentes de produtos para automóvel e ramos elementares, para capacitar nosso time”. Ele acrescentou que também foram contratados novos diretores para o reforço da equipe.
 
A Yasuda Marítima pretende aprimorar também a atuação na área de vida. Inclusive, a seguradora implementou em julho uma campanha voltada para esse fortalecimento.
 
A companhia também pretende aprimorar os serviços agregados aos seguros e se inserir na área de affinity. “Hoje tem um mercado grande no Brasil inexplorado, que são os seguros de valores mais baixos para serem massificados”, destacou o executivo durante o 3º Conseg-PE, realizado pelo Sincor-PE, dias 13 e 14 de agosto, em Porto de Galinhas. (Camila Alcova)
 
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Fonte: SEGS