quinta-feira, 23 de julho de 2015

Seguros Unimed busca eficiência ao colocar cliente no centro dos negócios

Crédito: Seguros Unimed
Quando decidiu colocar o cliente no centro da sua estratégia, a Seguros Unimed passou a encontrar desafios digitais para manter a eficiência. Para solucionar esse problema, foi criado um comitê interno formado pela área de CRM e de TI com o intuito de definir as necessidades da empresa e critérios de avaliação das ferramentas disponíveis.

A escolha foi pela solução de Master Data Management(MDM) da Informatica Corporation, empresa especializada no fornecimento de software para integração de dados.

O projeto
Os principais desafios identificados que deveriam ser endereçados estavam o aumento na visibilidade do cliente e a categorização da base de dados em critérios diversos para que o relacionamento fosse o mais produtivo possível.

O MDM permite a consolidação, a segmentação e a organização de todos os dados internos ou de clientes, o que ajuda no processo de administração das diferentes tecnologias e de um volume imenso de dados, garantindo agilidade e credibilidade. Esse conjunto de ações consequentemente permite um relacionamento mais eficaz e pessoal com o cliente.
 
A implantação do MDM visa continuar o plano de segmentação dos públicos, hoje, categorizados em seis diferentes níveis, porém com mais eficiência para as estratégias de relacionamento, trabalhando com modelos estatísticos baseados em clusters.
 
“A solução de MDM da Informatica permitirá a Seguros Unimed enxergar o cliente de tal sorte que possa praticar o cross-selling e o up-selling de forma assertiva”, afirma Francisco Casella, líder de MDM América Latina da Informatica.
 
O projeto será implementado ao longo dos próximos meses e se tornará uma plataforma de relacionamento com o cliente da empresa. “Com a otimização desse serviço, vamos dedicar mais tempo a inteligência da operação, o que certamente trará muitos ganhos para a companhia”, explica Henrique João Dias, superintende de marketing e CRM da Unimed Seguros, complementando que a expectativa da empresa é aumentar em 5% a receita atual.

Fonte: IT Forum 365

Registro de corretoras de seguros cresceu 92% até maio

Crédito: Google
Levantamento feito pela Fenacor indica que está em rápida evolução o número de empresas abertas desde a sanção da Lei Complementar 147/14, que permite a adesão ao sistema simplificado de pagamento de impostos (SuperSimples) de 140 atividades econômicas, incluindo a corretagem de seguros.
 
De janeiro a maio deste ano, por exemplo, pouco mais de duas mil empresas corretoras de seguros obtiveram registro para funcionar, na Superintendência de Seguros Privados (Susep).
 
Em comparação aos cinco primeiros meses de 2014, houve um significativo avanço de 93%.
 
Esse crescimento já era esperado pela diretoria da Federação. O presidente da entidade, Armando Vergilio, por exemplo, costuma lembrar, em conversar com a imprensa ou eventos do mercado, que a Lei 157/14 permite a até 96% das mais de 25 mil corretoras de seguros em atividade no País optar pela adesão ao SuperSimples, investindo os recursos economizados com a redução da carga tributária na evolução dos seus negócios e no aperfeiçoamento do atendimento ao segurado. “A história da nossa categoria passa a ser dividida entre antes” e depois do SuperSimples”, enfatiza Vergilio, nessas ocasiões.
 
Ele também cita com frequência levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o qual sinaliza que as corretoras deixarão de pagar até R$ 1,4 bilhão de impostos a cada ano com a adesão ao SuperSimples.

Fonte: Segs

Seguro protege mulheres de prejuízo com bolsa roubada

Bolsa Protegida cobre carteira, reposição de documentos, maquiagem, entre outros itens.
 
Mensalidades custam a partir de R$ 5,90
 
Cada vez mais independentes e com poder de decisão, as mulheres representam uma fatia importante no mercado de seguros. De acordo com Antonio Pastore, diretor comercial de Varejo da BNP Paribas Cardif do Brasil, subsidiária da BNP Paribas Cardif, braço de seguros do BNP Paribas, aproximadamente 52% dos segurados da companhia são do sexo feminino.
 
Segundo o executivo, as seguradoras estão atentas a esse movimento e, por isso, desenvolvem diversos produtos com diferenciais pensados exclusivamente para elas. “As mulheres conquistaram seu espaço, e é natural que as empresas ofereçam proteções que atendam às suas necessidades.”
 
Um desses seguros é o Bolsa Protegida. Com a rotina feminina cada vez mais atribulada e dividida entre casa, filhos e trabalho, as bolsas são praticamente uma extensão do corpo. Além de comporem o figurino, são úteis para quem passa o dia na correria, pois permitem que uma série infindável de itens seja carregada para cima e para baixo.
 
Consequentemente, o prejuízo no caso de roubo ou furto é cada vez mais alto. Mas o seguro recompensa ou, pelo menos, ameniza a perda. “O Bolsa Protegida assegura a indenização em caso de roubo ou furto qualificado, ajudando a solucionar, em curto prazo, os transtornos sofridos pela cliente”, explica Pastore.
 
As mensalidades custam a partir de R$ 5,90, em média, e, além da própria bolsa, itens como documentos, carteira, cosméticos e chaves do carro e da residência.
“Como as mulheres estão sempre em trânsito, ficam mais sujeitas a assaltos, sobretudo nas grandes cidades. O Bolsa Protegida garante mais tranquilidade”, destaca o executivo, lembrando que o seguro não é exclusivo do público feminino. Além disso, alguns planos oferecem a possibilidade de o segurado concorrer a sorteios mensais em dinheiro, pela Loteria Federal.
 
Sobre a BNP Paribas Cardif
 
A BNP Paribas Cardif desenvolve soluções inovadoras e eficazes em previdência e seguros.
Subsidiária do BNP Paribas, a empresa possui um modelo único de negócio apoiado em parcerias, que atende às necessidades dos consumidores, em constante mudança. Por meio de parceiros de diversos setores, seus produtos alcançam os clientes finais.
 
Atendendo 90 milhões de clientes presentes em 36 países - Europa, Ásia e América Latina -, a BNP Paribas Cardif tornou-se uma especialista global em seguros para pessoas e bens.
 
Mais de 10.000 funcionários em todo o mundo estão envolvidos nas operações da companhia, que em 2014 alcançou € 27, 5 bilhões em volume de negócios, 62% gerados fora da França.
 
*Número de funcionários em empresas controladas pela BNP Paribas Cardif: aproximadamente 8 mil colaboradores.
 
A BNP Paribas Cardif do Brasil (www.bnpparibascardif.com.br) é líder em seguros massificados e especializada em desenvolver produtos sob medida, distribuídos por meio de parceiros nos mercados de Bancos e Financeiras de Consumo, Automóvel, Varejo e Imobiliário. Possui aproximadamente 35 milhões de certificados ativos, com forte crescimento nos últimos anos, muito acima da média do segmento.
 
A companhia é constituída por quatro empresas: Cardif Vida, Cardif Garantia, Cardif Capitalização e a Luizaseg, joint venture formada com a rede varejista Magazine Luiza.
Em 2014, o faturamento da BNP Paribas Cardif do Brasil foi de R$ 1,8 bilhão e o lucro, R$ 231 milhões.

Fonte: SEGS

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Dedução do seguro no IR recebe parecer contrário

Crédito: Google

O projeto de lei que permite à pessoa física, contribuinte do Imposto de Renda, deduzir da renda tributável as despesas com o pagamento de prêmio de seguros de vida, de imóvel ou de automóvel, sofreu um sério revés na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara.

O relator da proposta, deputado Bebeto (PSB-BA), apresentou parecer pela incompatibilidade e inadequação financeira e orçamentária. "Face aos valores vultosos da renúncia fiscal envolvida e a atual conjuntura econômica brasileira, com PIB em declínio, desvalorização do Real, déficit na balança comercial, torna-se inviável propor medidas compensatórias", argumenta o parlamentar.

Ele revela ainda que, em resposta a consulta feita ao Ministério da Fazenda, a Receita Federal revelou que, se o projeto tivesse sido aprovado no ano passado, à renúncia fiscal seria superior a R$ R$ 5 bilhões somente em 2015.

Autora do projeto, a deputada Bruna Furlan (PSDB-SP) defende a proposta lembrando que os pagamentos de prêmios efetuados diminuem a renda dos contribuintes, sendo justo poder deduzir esses valores da renda tributável. "A impossibilidade de se deduzir da renda tributável as despesas com pagamento de prêmio dos seguros de vida, automóveis e imóveis é extremamente injusta, pois o contribuinte teve sua renda diminuída por esses pagamentos, que são necessários", alega.


Fonte: CQCS 

FENACOR pede fim imediato da campanha da Susep patrocinada pela CAIXA

Crédito: Google
Através de correspondência protocolada na Susep, a FENACOR solicitou o imediato encerramento da campanha publicitária da autarquia que conta com o patrocínio da CAIXA. “Estamos indignados e manifestamos o veemente repúdio a esse lamentável episódio”, afirma o presidente da Federação, Armando Vergilio.
 
Ele considera “inoportuna e equivocada” a decisão do órgão regulador de promover essa campanha patrocinada por uma estatal que controla seguradora e corretora fiscalizadas e supervisionadas pela autarquia.
 
Veiculada em canais de TV a cabo e redes sociais, a campanha teria como objetivo alertar a população sobre riscos da chamada “proteção veicular”, produto marginal comercializado por associações e cooperativas, mas, inadvertidamente chamado de “seguro não autorizado” na peça publicitária.
 
Mesmo frisando que a intenção “até parece correta e nobre”, Armando Vergílio afirma que a forma e o conteúdo da campanha são inapropriados, “tanto do ponto de vista legal quanto moral”, e questiona a Susep sobre o critério adotado para a escolha. “Isso pode levar a crer que apenas seguros operados pela CAIXA são autorizados, em detrimento das demais empresas legalmente autorizadas, tanto seguradoras quanto corretores de seguros”, observa.
 
Na avaliação dele, é questionável também o motivo que levou a Susep a associar sua imagem à CAIXA, exatamente no momento em que a estatal anuncia a predisposição em realizar IPO para abertura do capital da sua seguradora.
 
Outra questão estranha, no caso, é que quem deveria ser punido – a CAIXA (que, em 2013, vendia produtos não autorizados e fazia venda casada) – foi, na verdade, muito beneficiado pelo órgão regulador.
 
Para o presidente da FENACOR, esse quadro gera situações de conflitos de interesses, que exigem um posicionamento das autoridades, que deveriam “estar atentas a propagandas dessa natureza, as quais trazem incertezas e inseguranças para o mercado”, comenta.
 
ALTERNATIVA. Como “alternativa institucional”, Armando Vergílio propõe que, para resolver problemas dessa natureza, possam ser convidadas as entidades associativas e sindicais representativas do mercado de seguros, ou mesmo a Escola Nacional de Seguros – FUNENSEG, para participarem de movimento mais eficaz de combate ao mercado marginal, com propagandas institucionais em elaboradas.
 
Além disso, dada à “relevância do assunto para o mercado de seguros e sociedade em geral”, ele sugere também a criação de um fundo privado institucional, administrado pela FUNENSEG e supervisionado pelas entidades representativas do setor, visando ao efetivo combate aos crimes praticados pelas supostas associações e cooperativas que comercializam produtos marginais.
 
PROTEÇÃO. Armando Vergilio critica também a impropriedade do uso, na campanha, da expressão “seguro não autorizado”. O presidente da FENACOR lembra que não existe seguro não autorizado. Na verdade, a suposta proteção veicular comercializada é um produto marginal, não um seguro. “Há, apenas, um conceito similar ao seguro, porém explorado, ilegalmente, por associações não autorizadas a comercializar produtos dessa natureza, o que se configura crime”, enfatiza.
 
Ele alerta que, ao contrário do que se pretende, a propaganda pode estar chamando a atenção de consumidores que sequer tenham conhecimento disso, com efeitos mais negativos ainda, levando pessoas a procurarem por tal proteção.

Fonte: Segs

terça-feira, 21 de julho de 2015

Hospital e médico não precisarão indenizar paciente por cirurgia desnecessária de retirada de câncer

Crédito: RefJur
A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão que livrou hospital e médico de indenizar paciente por cirurgia desnecessária de retirada de células cancerígenas pulmonares.
O caso teve origem em um laudo falso positivo, que ocasionou uma cirurgia para retirada de células cancerígenas do pulmão da recorrente, com implantação de cateter para futuro tratamento quimioterápico. A paciente moveu ação de indenização por danos materiais, estéticos e morais contra o hospital e o médico pelos procedimentos desnecessários.
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) decidiu que, diante da grande possibilidade de falso positivo no exame realizado na paciente, as condutas médicas aplicadas foram corretas, não havendo falha na prestação do serviço nem comprovação do ilícito. Dessa forma, afastou o dever de indenizar.
No STJ, a paciente alegou que a responsabilidade do estabelecimento e do médico é objetiva, que houve violação aos artigos 14 e 17 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) e que ela teria de ser indenizada por não ter sido informada de que o laudo poderia dar falso positivo.
Inovação
De acordo com o relator do recurso, ministro Villas Bôas Cueva, a autora ingressou com uma ação de reparação com base nos artigos 186 e 927 do Código Civil e, não no CDC. Em virtude disso, ela não poderia inovar, ampliando o pedido no recurso, para condenar o hospital e o médico pela falha no dever de informação contido no CDC.
Segundo o ministro, o TJRS reconheceu que, apesar de a responsabilidade da instituição médica ser objetiva, “não se poderia responsabilizá-la pelo infortúnio, pois estaria vinculada à comprovação da culpa do médico, que não existiu na espécie”, visto que a responsabilidade do médico é subjetiva.
Como o tribunal gaúcho concluiu não ter havido falha no serviço prestado pelo hospital nem culpa do médico que realizou a cirurgia, não seria possível rever esse entendimento, “sob pena de esbarrar no óbice da Súmula 7 do STJ”, afirmou.
O julgamento ocorreu em 16 de junho e o acórdão foi publicado no dia 23.
Fonte: STJ

Exposição sobre a história do corretor de seguros chega a Jundiaí

Créditos: Google
Jundiaí é a quinta cidade do interior de São Paulo a receber a exposição itinerante "O corretor de seguros através dos séculos". O coquetel de abertura aconteceu no Paço Municipal da Prefeitura da cidade, em 17 de julho, reunindo cerca de 60 pessoas.
Iniciativa do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo), a exposição conta a história da profissão de corretor de seguros no Brasil, resgatando, por meio de fotografias e obras de arte, a realidade de diferentes épocas, com seus costumes, música, política e seguros, entre outros aspectos.
 
Segundo o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, o objetivo é mostrar à sociedade o papel da categoria no desenvolvimento da economia do País. "Por meio dessa exposição, pretendemos ressaltar também que o corretor de seguros vai muito além da venda de um produto ao atuar como assessor de seus clientes, orientando e simplificando um assunto complexo para muitos, porém imprescindível", declara.
 
O diretor da Regional Jundiaí do Sincor-SP, João Henrique Rodrigues de Castro, confirma a relevância da exposição. “É muito importante a divulgação da profissão do corretor de seguros, que tem um papel fundamental para manter a estabilidade do mercado”, afirma.
 
O conteúdo da exposição foi elaborado pela historiadora, especialista em arquivística e pesquisadora na área de patrimônio histórico, Ana Lucia Queiroz, pela produtora cultural e artista plástica, Marta Oliveira, e pela jornalista e fotógrafa Márcia Zoet, da Illumina Imagens e Memória.
 
A exposição também conta com um site. Pelo endereço www.historiacorretordeseguros.com.br  é possível acessar todo o conteúdo da mostra, que já percorreu as cidades de Bauru, Marília, Atibaia e Campinas.
 
Exposição: "O corretor de seguros através dos séculos"
Data e Horário: De 17/07 a 11/08, das 9h às 17h
Local: Paço Municipal da Prefeitura de Jundiaí.
Endereço: Avenida da Liberdade, s/nº - Jardim Botânico - Jundiaí/SP

Fonte: Segs