terça-feira, 27 de outubro de 2015

Sincor-RS aponta que setor não sentiu a crise

O setor de seguros não pode reclamar. Em ano de crise geral na economia do País, o segmento deve manter a marca de crescimento de dois dígitos, destacaram dirigentes do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado (Sincor-RS). O ano deve fechar com média de expansão na venda de produtos, que abrangem desde bens como carros e imóveis até vida, saúde e previdência, deve ficar entre 17% e 20%, em média. A entidade aposta na segurança da comercialização e suporte feitos pelos corretores, que somam 6,3 mil profissionais no Estado entre os mais de 80 mil no Brasil.
"Demora até a crise afetar o setor, pois as pessoas se protegem para não perder, muitas vezes, o único bem que possuem", explicou o diretor social do sindicato, César Luis Blauth, em visita ao Jornal do Comércio na sexta-feira passada, quando foi recebido pelo diretor comercial, Luiz Borges. Blauth citou ainda que o segmento voltado a imóveis é um dos que mais cresce, associando com o período de estragos gerados por ventos e inundações, que eleva o interesse. O valor, entre R$ 300,00 a R$ 400,00 ao ano, costuma surpreender. "As pessoas não fazem porque que acham que é muito caro, mas não é", disse o diretor social.
O Sincor-RS tem atuado em denunciar os chamados seguros piratas, vendidos por associações beneficentes, que não têm registro para isso e geram riscos a quem adquire. O diretor de marketing, André Luiz Araújo Thozeski, informa que a denúncia e fiscalização de órgãos como Polícia Federal e Ministério Público indicam que a prática vira canal de evasão de divisas e crime contra a economia popular. Um tema que o sindicato acompanha de perto ainda é o ingresso de bancos na corretagem de seguros.
O Sincor-RS não concorda com a criação da Corretora de Seguros do Banrisul, cujo projeto de lei tramita na Assembleia Legislativa. Thozeski explicou que a entidade se reuniu com a direção do banco há cerca de um mês e mostrou que atuar com corretores independentes vai elevar a receita da seguradora que o banco tem em sociedade com a Icatu Seguros. "O corretor representa o segurado perante a seguradora. Vemos conflito de interesse no banco atuar nas duas pontas." Segundo o diretor de marketing, 85% da comercialização de produtos é feita por meio do corretor.
Fonte: Jornal do Comercio

Seguradora francesa Axa segue com apetite por aquisições no País

Nos últimos cinco anos, a companhia, que soma 1,3 trilhão em ativos ao redor do globo, comprou 20 empresas no mundo. Dessas, apenas uma foi no Brasil, a primeira desde que se restabeleceu no País. Após algumas tentativas sem sucesso, o alvo foi a carteira de grandes riscos da SulAmérica por R$ 135 milhões, cuja compra deve ser concluída ainda este ano.

A despeito da crise, Philippe Jouvelot, presidente da Axa no País, diz que o momento é "mais fácil" para começar uma operação no Brasil diante do câmbio, que é favorável, e o retorno, beneficiado pelos juros altos. Depois de dois anos e meio de estudos, a francesa emitiu a primeira apólice em janeiro.
"Com o câmbio favorável, tudo que você compra sai mais barato. O dinheiro investido dá mais lucro. Colocamos meio bilhão de reais (no País) e o retorno é de 14,25% no lugar de 8% antigamente. Para uma seguradora que gosta de entrar no longo prazo, não tem melhor momento", avalia Jouvelot, em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.
O executivo admite, porém, que as incertezas atuais remam contra o possível ingresso da Axa em saúde. Esse não é ainda, segundo ele, um plano da francesa, mas um sonho pessoal que nasceu da oportunidade de ofertar uma opção complementar de saúde no Brasil com coberturas "essenciais" para o cidadão e não "de luxo".
Expertise não falta
No mundo, o negócio de saúde da Axa é de 11 bilhões de euros. Neste momento, a seguradora começa a operar o segmento no Egito. Para que o mesmo ocorra no Brasil, conforme Jouvelot, estabilidade e regulamentação, que hoje limita os reajustes dos planos individuais, são palavras-chave já que tal passo consumiria "bilhões" de reais em investimento.
"A questão não é o dinheiro, mas se vale a pena investir no Brasil para desenvolver o mercado de saúde ou fazer outra coisa. É uma arbitragem e tem a ver com a estabilidade do investimento no longo prazo. O que investidores estrangeiros gostam é de visibilidade de longo prazo. O momento não é o melhor. Há muita incerteza e a regulamentação de saúde teria de ser provavelmente adaptada para que o mercado atendesse mais pessoas", explica ele.
Enquanto não encontra mais ativos de seu interesse no Brasil, a Axa toca seu projeto orgânico, aproveitando a baixa penetração do seguro a despeito da crise que assola o País. No mundo, é conhecida por ter um perfil comprador. Possui, inclusive, uma equipe própria de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês), estrutura mais comum aos bancos de investimento. Essa postura permitiu à Axa ter expertise na análise de valuation e o preço do ativo que têm de ser, segundo Jouvelot, mais atrativo que crescer de forma orgânica. Essa seria, conforme fontes, a razão que fez a francesa desistir da carteira de seguro de vida em grupo do Itaú.
Questionado, o francês, que tem 30 anos de Axa, prefere não comentar transações em andamento. Fontes dizem que AIG e Pan Seguros, de BTG e Caixa, estariam no páreo final da disputa. O executivo também não revela se o grupo mantém outras conversas. Reforça, entretanto, que "dinheiro não é o problema". Uma prova de fogo foi dada pela Axa em meados do ano passado quando quase levou a operação de grandes riscos do Itaú, mas foi desbancada pela americana Ace que ofereceu alguns bilhões a mais.
Antes disso, também tentou ficar com a fatia do holandês ING na SulAmérica. Restou, porém, a carteira de grandes riscos. Apesar de menor do que a do Itaú, Jouvelot explica que o ativo tem um valor importante por ser o segundo maior na área de cascos marítimos, área com potencial no País. De quebra, a Axa ainda reforçou a parceria com a seguradora controlada pela família Larragoiti, também da França.
Questionado sobre se a SulAmérica seria um possível alvo de aquisição, o executivo afirma que vê o relacionamento perdurar no longo prazo. "Somos bem próximos, mas não temos operação de M&A com a SulAmérica. Temos uma parceria de dez anos e que deve durar mais dez anos a frente. Como vai terminar, não sei. Pode ser que termine com casamento", admite o executivo, acrescentando que "para comprar, é preciso que alguém queira vender". Sobre a SulAmérica ter tal ambição, ele afirma que não pode comentar, mas diz que há outras famílias além da Larragoiti que podem se desfazer de participações no mercado de seguros no Brasil, principalmente, com as novas regras de solvência que tendem a exigir mais capital das companhias.
A combinação de uma estratégia orgânica e via aquisições, segundo o presidente da Axa, deve render quase R$ 400 milhões em prêmios à companhia em 2015. A meta é de ao menos R$ 360 milhões. Embora a cifra não se compare à uma "Bradesco Seguros", o presidente da Axa não esconde a ambição da seguradora no País. Segundo ele, o grupo não é o número dez em lugar algum, mas sempre está acostumado com a segunda e quarta colocações.
No Brasil, de acordo com ele, não será diferente. Embora tenha feito uma estrutura do zero, que conta com uma seguradora e uma resseguradora local, a Axa já teve presença no Brasil no passado. Deixou o País em 2003 quando vendeu sua operação, filial fruto da aquisição da Union des Assurances De Paris (UAP), para a Porto Seguro que deu origem à marca Azul. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao Minuto

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

5 questões sobre o Seguro de Responsabilidade Civil

Em qualquer tipo de atividade as pessoas estão sujeitas à questão da responsabilidade civil. Mesmo involuntariamente podemos provocar danos e prejuízos ao patrimônio de terceiros em função de nossas ações, já que muitos acidentes não podem ser previstos. Essa é realmente uma preocupação que temos ao viver em sociedade e que toma uma dimensão ainda maior no âmbito profissional e empresarial.

Diante de um cenário de exigência crescente da sociedade quanto às obrigações e deveres das corporações, as companhias precisam estar prontas para responder por suas responsabilidades referentes a seus colaboradores, seus produtos, serviços, suas instalações, entre outros. Nesse sentido, o mercado segurador disponibiliza apólices de seguro para responsabilidade civil geral, que, em sua, representa proteção para situações que estão além de nosso controle. Em outras palavras, o seguro RC tem o objetivo de garantir reembolso ao segurado, contra reclamações para reparação por danos involuntários – materiais, corporais e morais em sentença judicial transitada em julgado ou em acordo de modo expresso pela Seguradora, das quantias pelas quais vier a ser responsável civilmente. É um tipo de seguro que tem ampla gama de coberturas, que vão do automóvel à residência, passando pelos serviços prestados por profissionais autônomos e liberais, como médicos, dentistas, advogados, arquitetos, engenheiros, corretores de seguros e contadores, e diversos outros.
Para você entender mais sobre como funciona o Seguro de Responsabilidade Civil Geral, entrevistamos o especialista Gilberto Reina, Superintendente Regional da AD Corretora de Seguros, que responde 5 principais questões sobre esse tipo de apólice. Confira:

1 – O que é o Seguro de Responsabilidade Civil?
O Seguro de Responsabilidade Civil (RC) é aquele que tem por objetivo indenizar um dano sofrido por terceiro em decorrência de responsabilidade do segurado.

2 – Qual o objetivo e importância do seguro RC? Para quem se destina?
O Seguro de Responsabilidade Civil protege o patrimônio do segurado contra demandas e reclamações de terceiros, prejudicados em virtude de atos e fatos culposos praticados pelo segurado. Esse seguro se destina às Pessoas Físicas e Jurídicas.

3 – Quais as modalidades de seguro RC disponíveis no mercado segurador brasileiro?
As mais conhecidas modalidades do seguro de Responsabilidade Civil são:
– R.C. Estabelecimentos Comerciais e/ou Industriais
– R.C. Operações
– R.C. Obras Civis / Instalação e Montagem
– R.C. Guarda de Veículos
– R.C. Prestação de Serviços em Locais de Terceiros
– R.C. Ambiental
– R.C. Transportador Rodoviário de Carga
– R.C. Facultativo Desaparecimento de Carga
– R.C. Empregador
– R.C. Produtos
– R.C. Contingente de Veículos
– R.C. Profissional
– R.C. Facultativo de Veículos
– R.C. Eventos

4 – Como está a comercialização de seguros de Responsabilidade Civil e em que proporção ela está crescendo nos últimos anos?
Após a promulgação do Código de Defesa do Consumidor e do Novo Código Civil (além de outras Leis em vigor), que definem com mais veemência a responsabilidade civil e os direitos do consumidor, a procura por um seguro que ampare essas reclamações e responsabilidades tem crescido muito. Dados ainda não oficiais mostram um crescimento superior a 40% nessa carteira. Vale lembrar que se o nosso judiciário fosse mais célere, o crescimento seria ainda maior.

5 – Quais foram as principais evoluções em torno dos seguros de Responsabilidade Civil?
Sem dúvida nossos clausulados melhoraram muito. Mesmo com a necessidade de alguns ajustes, as condições das apólices estão mais claras e objetivas. Isso favorece quem compra o seguro, quem analisa os riscos e quem indeniza.
* Gilberto Reina é Superintendente Regional da AD Corretora de Seguros, Advogado formado pela Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), Corretor de Seguros habilitado pela SUSEP e possui mais de 31 anos de experiência no mercado de seguros.
Fonte: Jornal Dia a Dia

Corretores De Seguros Vão Às Ruas Para Esclarecer O Atendimento Gratuito Do Dpvat

Com o objetivo de ressaltar o direito de receber integralmente as indenizações do seguro obrigatório de trânsito, em caso de acidentes, além de enfatizar a atuação da categoria no atendimento gratuito à população, o Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) lança a campanha "DPVAT - Corretores de Seguros Juntos com Você", que contará com o apoio da ONG Terapeutas do Trânsito na distribuição de folhetos informativos e lixeirinhas de carro. Além da capital, 25 cidades do interior paulista, nas quais o Sincor-SP possui escritórios regionais, estão no roteiro da iniciativa. 
 
"Ao enfatizar que o atendimento do DPVAT é um direito e que os corretores de seguros estão à disposição de vítimas e familiares para que recebam o seguro sem qualquer custo, estamos destacando, mais uma vez, nosso papel como agentes do bem-estar social", explica o presidente do Sincor-SP,  Alexandre Camillo.
 
As intervenções urbanas começam pela zona Norte de São Paulo, na segunda-feira (26), a partir das 12h30, no cruzamento das avenidas  Engº  Caetano Alvarez com  Voluntários da Pátria. Às 17h30, os corretores de seguros e integrantes da ONG Terapeutas do Trânsito estarão no cruzamento da Rua Curuçá com a Avenida Guilherme Cotching.
 
O coordenador do departamento Social do Sincor-SP, Luiz Morales, explica que poucos conhecem a dinâmica para recebimento do DPVAT, que é um direito de todas as vítimas. "Uma das consequências mais nefastas desse desconhecimento é o aparecimento, em momento delicado para as pessoas e para os familiares, de pessoas inescrupulosas, que se valem da situação para intermediar o recebimento desse seguro, cobrando uma porcentagem por algo que não deve ter custo financeiro algum", diz Morales.
 
Fragilizados pela tragédia, muitos aceitam a interferência. Em lucrativo golpe, os intermediários cobram 30% do valor da indenização. Assim, por exemplo, nos casos de morte ou invalidez permanente, embolsam mais de R$ 4 mil, uma vez que a indenização é de R$ 13.500. Já o Sincor-SP, por meio de seus 30 escritórios regionais, oferece um serviço gratuito de orientação à população, além de auxiliar, também sem ônus, na entrada e andamento dos processos para recebimento dos valores. 
 
SOBRE O DPVAT
 
O DPVAT - Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres foi criado por lei federal em 1974. Indeniza por morte ou invalidez (parcial ou total) permanente e reembolsa despesas comprovadas com atendimento médico-hospitalar.
 
Refere-se exclusivamente a danos pessoais causados por acidentes de trânsito, inclusive causados por queda de carga, e não prevê cobertura de danos materiais causados por colisão, roubo ou furto de veículo.
 
A obrigatoriedade é que garante o pagamento, em todo o território nacional, da indenização a motoristas, passageiros (veículos de passeios ou coletivos) ou pedestres vítimas de acidentes independentemente de apuração de responsabilidade ou identificação do veículo.
 
O valor arrecadado tem a seguinte distribuição:
 
50% pagamento de indenizações, constituição de reservas e despesas operacionais.
 
45% SUS - Sistema Único de Saúde
 
5% DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito - para investimento exclusivamente em programas de prevenção de acidentes de trânsito.
 
Valores das indenizações:
 
R$ 13.500 - por morte
 
Até R$ 13.500 por invalidez permanente. O Valor é definido conforme a gravidade das sequelas e de acordo com os percentuais da tabela de seguro da Lei 6.194/74.
 
Até R$ 2.700 de reembolso por despesas médico-hospitalares. Valor variável conforme a soma das despesas cobertas e comprovadas, aplicando-se os limites definidos nas tabelas autorizadas pela Susep.
 
As indenizações do Seguro DPVAT são pagas em até 30 dias, após a entrega completa da documentação. 
 
 
Se o pagamento do Seguro DPVAT não estiver em dia, o veículo não será considerado devidamente licenciado e o proprietário deixa de ter direito à cobertura. Mas, as vítimas estarão cobertas. 
Um pedestre atropelado por um veículo não identificado terá cobertura, pois o direito ao Seguro DPVAT independe da identificação do veículo. 
 
 
O DPVAT é a única modalidade de seguro que cobre toda a população, abrangendo todo o território nacional.
 
A indenização é depositada em conta corrente ou poupança.
 
Fonte:SEGS

Novas aceleradoras selecionam start-ups para investimentos de até R$ 500 mil

A Consinco, desenvolvedora de softwares de gestão, e a resseguradora Munich Re estão com inscrições abertas para programas de aceleração de start-ups. O Sevna Seed, aceleradora recém criada pela Consinco em Ribeirão Preto (SP), seleciona nove start-ups de base tecnológica em estágio inicial que poderão receber aportes de até R$ 500 mil. 

O foco são empresas que trabalhem nas áreas de educação, e-commerce, saúde, corporativa, agronegócio, mídia, mobilidade urbana, internet das coisas e sociedade da informação. A iniciativa conta com parcerias com outras empresas entre elas, a Amazon, que oferece um crédito de US$ 100 mil para cada start-up utilizar gastar em compras em suas plataformas.

 "O investimento em aceleradoras de start-ups é uma excelente oportunidade para as empresas e investidores acompanharem de perto os movimentos de empreendedorismo e inovação", afirma, em nota, Flávio Barros, presidente da Consinco. As inscrições podem ser feitas até 30 de novembro. A seleção ocorre em dezembro. Como requisito, a aceleradora pede que as empresas sejam encabeçadas por no mínimo dois empreendedores (um de perfil técnico, outro empresarial), dedicados ao negócio. Outros critérios em análise são equipe, ideia, grau de inovação, produto e mercado. 

A previsão é que o programa comece em janeiro de 2016 e tenha duração de cerca de 20 meses. SEGUROS A multinacional Munich Re busca start-ups que atuem na área de seguros e resseguros (o seguro do seguro) na América Latina e Península Ibérica para participarem do programa Mundi Lab, também estreante entre as aceleradoras. Serão selecionadas dez start-ups, em estágio avançado, que participarão de um processo dividido em duas fases: a primeira, de cinco semanas, acontece em Madri (Espanha) e é eliminatória. A segunda será feita remotamente, com duração de 12 meses. 

Na primeira fase, as empresas serão alocadas no Madrid International Lab, espaço de fomento ao empreendedorismo criado pela Câmara Municipal de Madri. Estão previstos também eventos no Google Campus da cidade espanhola. Os negócios não precisam ceder participação acionária à Munich Re para participar. Entre os benefícios, a multinacional destaca mentoria, networking e possibilidade de lançar um programa piloto em conjunto com a start-up. 

Ao final das cinco semanas, serão selecionados os melhores projetos (não há definição de um número exato) para entrar automaticamente no programa de inovação da resseguradora. A partir de então, os negócios terão 12 meses para validar sua ideia no mercado. 

SERVIÇO SEVNA SEED Inscrições Até 30 de novembro pelo site www.fundacity.com/sevnaseed/apply/314 Duração Até 20 semanas, a partir de janeiro de 2016 Local Ribeirão Preto (SP) MUNDI LAB Inscrições Até 22 de novembro pelo site www.mundi-lab.com Duração 29 de fevereiro a 8 de abril de 2016 (primeira fase), seguidas por 12 meses (segunda fase) Local Madri (Espanha), na primeira etapa, e remotamente, durante a segunda

Fonte: Bem Parana

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Câmara aprova MP que define gestão de fundo do seguro rural

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (21) a Medida Provisória 682/15, que atribui à Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF), empresa pública vinculada ao Ministério da Fazenda, a função de gerir o Fundo de Estabilidade do Seguro Rural (FESR). A matéria será votada ainda pelo Senado.

De acordo com o parecer aprovado, de autoria do deputado Assis Carvalho (PT-PI), um decreto do Poder Executivo poderá fixar a remuneração da agência para essa nova atribuição.

O relator também aumentou o prazo para que parte das funções gerenciais da ABGF seja exercida por pessoal permanente. A lei de criação da agência (12.712/12) estipulou o prazo de sete anos, a partir da constituição da empresa, para que ao menos 80% desses cargos fossem exercidos por pessoal ingressado por meio de concurso público.

Como a ABGF foi constituída em agosto de 2013, o prazo final era 2020. Com a nova redação dada pela MP à lei, o prazo passa a ser 2023 (dez anos de sua constituição) ou cinco anos contados da convocação para a posse dos primeiros concursados, o que ocorrer primeiro. Há expectativa de que o concurso ocorra em 2017.

A quantidade de preenchimento de cargos por pessoal permanente diminui de 80% para 50% no caso de funções gerenciais. E com a nova redação da MP, acaba a obrigatoriedade de que 50% dos cargos da diretoria executiva sejam ocupados por pessoal concursado.

A ABGF tem hoje 15 estatutários e 69 contratados temporariamente pelas regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Para o relator, a matéria foi fruto de um consenso, principalmente na comissão mista que analisou a MP. “Fizemos um relatório com um grande consenso e sem nenhuma emenda estranha ao tema da MP”, ressaltou Assis Carvalho.

Recomendação
Atualmente, a Lei Complementar 137/10 atribui a gerência do fundo de estabilidade ao IRB-Brasil Re, privatizado em outubro de 2013.

Essa substituição do IRB-Brasil RE pela ABGF na gestão do fundo foi feita depois de o Tribunal de Contas da União (TCU) recomendar, em dezembro de 2014, que o FESR, integrante do Orçamento Geral da União, não seja administrado por um ente privado.

De acordo com a lei de sua criação (12.712/12), a ABGF atua na concessão de garantia contra riscos em programas de créditos habitacionais e na constituição de fundos garantidores e de seguro rural.

O fundo será administrado pela estatal até a liquidação das obrigações, observando as regras fixadas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP).

Fundo de catástrofe
A Lei Complementar 137/10 criou o fundo de catástrofe, ainda não regulamentado, que deve substituir o FESR, criado em 1966 para oferecer cobertura suplementar em casos de catástrofes climáticas, como secas, geadas intensas ou excesso de chuva, com o apoio de subsídios do governo federal.

Essas catástrofes podem desequilibrar o seguro rural devido ao excesso de sinistros.

Outro objetivo do fundo de catástrofe é difundir o uso do seguro rural, com adesão significativa dos produtores a partir da redução de custo.

Seguro rural
No caso de a instituição financeira exigir apólice de seguro rural como garantia para empréstimos rurais, o texto do relator exige que o banco apresente ao cliente o mínimo de duas propostas de diferentes seguradoras, uma das quais não poderá ser sua vinculada.

Será permitido ainda ao contratante do empréstimo contratar apólice com seguradora diferente das apresentadas pelo banco e habilitada a operar com seguro rural. O Conselho Monetário Nacional (CMN) poderá regulamentar a regra.

Por meio de emenda aprovada, do senador Waldemir Moka (PMDB-MS), os produtores rurais terão direito de livre escolha da seguradora, do tipo de apólice e dos riscos cobertos quando da concessão de subvenção econômica pela União na contratação do seguro rural. Essa subvenção cobre parte do prêmio do seguro contratado.

O poder público também não poderá exigir a contratação de seguro rural como condição para acesso ao crédito de custeio agropecuário.

Dados históricos
Em contrapartida, a emenda prevê que, para ter acesso a essa subvenção, poderá ser exigido do produtor rural o fornecimento de dados históricos individualizados sobre a atividade agropecuária a ser segurada referentes a ciclos produtivos anteriores. A ideia é gerar dados estatísticos para facilitar cálculos atuariais e precificar o seguro rural.

Penalidades
Para as empresas ou corretores de seguro que realizarem sem autorização operações de capitalização, seguro, cosseguro ou resseguro, Carvalho ampliou as penalidades que poderão ser aplicadas.

Em vez de apenas multa em igual valor ao bem segurado, o texto prevê a aplicação de outras penalidades, como advertência, inabilitação para exercer cargo público ou suspensão para atuar em determinados ramos do setor. Também será possível o aumento da multa em até três vezes.

Segundo a MP, a mudança poderá ser aplicada a atos ainda em julgamento se a penalidade proposta pela nova regra for menor que a vigente na época da prática da infração.

É possível conferir a proposta na íntegra AQUI





Fonte: JRS Comunicação
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6º Encontro Catarinense Da Mulher Profissional De Seguros – 2016

Durante o 19º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros em Foz do Iguaçu/PR nos dias 08 a 11 de Outubro, os diretores do SINCOR-SC aproveitaram a oportunidade para lançar oficialmente o 6º Encontro Catarinense da Mulher Profissional de Seguros, que acontecerá no mês de Setembro do próximo ano, na cidade de Blumenau. Visitamos todos os estandes das Seguradoras participantes do Congresso, quando foi entregue o projeto inicial do Evento e a solicitação de participação das mesmas como forma de viabilizar sua realização. Os Presidentes, Diretores e Gerentes de Marketing das Seguradoras contatadas foram receptivos ao evento, que estará sendo planejado dentro dos moldes do 5º Encontro de 2014 e do ECOSEG deste ano, nos quais conseguimos obter êxito e o sucesso de participação.
 
O 6º Encontro acontecerá nos dias 15 e 16 de Setembro de 2016, tendo como local o novo espaço de eventos localizado no complexo da Vila Germânica, onde é realizada a Oktoberfest e outras grandes promoções da Cidade de Blumenau.
 
Em breve no site do SINCOR-SC já estarão disponíveis as primeiras informações sobre este evento que está sendo preparado com todo o cuidado pela equipe responsável e terá como tema " Inovação, Competitividade e Crescimento" afirma Auri Bertelli.

Fonte: SEGS