quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Projeto Asas para Voar e Escola Nacional de Seguros realiza premiação

Acontece amanhã (29), às 14h, a Culminância do Projeto Asas para Voar, na Sede do CAPDEVER, em Sussuarana, em Salvador (BA). Na ocasião, a Escola Nacional de Seguros vai premiar os autores dos melhores trabalhos desenvolvidos com base no acervo de 400 livros infantojuvenis doados em maio à ONG Centro Afro de Promoção e Defesa da Vida Ezequiel Ramin, beneficiando 400 alunos com idade entre 0 a 59 anos.
 
No dia, terá apresentação de trabalhos elaborados por alunos, divididos por quatro grupos de faixa etárias diferentes, a premiação será definida por uma comissão composta por professores, pais de alunos, representantes da Escola Nacional de Seguros e entidades ligadas ao mercado. Estarão presentes a responsável pela área de Responsabilidade Social da Escola, Neide Albuquerque, a coordenadora da Unidade Bahia, Danúbia Macêdo, além de representantes do Sincor-BA e do Sindseg-BA/SE/TO, que irão doar material escolar e mobiliário, respectivamente.
 
A representante da área de Responsabilidade Social da Escola, Danúbia Macêdo, fala com entusiasmo sobre a premiação: “Nós ficamos muito feliz com a contribuição do desenvolvimento do mercado, não só do segurador, mas sim do desenvolvimento intelectual de pessoas que mais precisam, no caso, as crianças carentes”.
 
Uma comissão composta por professores, pais de alunos, representantes da Escola Nacional de Seguros e entidades ligadas ao mercado avaliará os trabalhos que poderão receber diversos prêmios como tablets, mochilas, fardamentos e entre outros.

Fonte: SEGS

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Conhecimentos aprimorados

Mais de 40 profissionais se reuniram em Curitiba (PR) para capacitação sobre gestão de manutenção de máquinas florestais
As operações florestais evoluíram rapidamente nos últimos anos e as empresas têm investido na compra de máquinas para aumentar a produtividade e a segurança no trabalho, assim como, reduzir custos. Para que os altos investimentos se justifiquem é necessário que estas máquinas estejam sempre disponíveis e mantenham a performance esperada. Para isso, os serviços de manutenção são essenciais. 
 
Em busca de conhecimento e aprimoramento dessa operação, 45 profissionais do setor florestal se reuniram em Curitiba (PR), nos dias 22 e 23 de outubro, para o 5º Curso de Aperfeiçoamento Técnico em Gestão de Manutenção de Máquinas Florestais, realizado pela Malinovski Florestal. Grandes empresas do Brasil e do Uruguai enviaram representantes para aprender novas práticas e métodos de gestão de manutenção e assim otimizar os serviços. 
 
Samanta Tauna Neto, analista de custos e processos da Klabin, participou do treinamento para entender as rotinas de manutenção, aprender novas práticas e oportunidades de melhoria no trabalho que a empresa já desenvolve. “A participação foi boa para reforçar meus conhecimentos de manutenção. O conteúdo passado me auxiliou na avaliação do método de trabalho que adotamos na Klabin, com ele podemos aprimorar nossas atividades”, destacou a analista. 
 
Como são lançadas novas máquinas e tecnologias constantemente e, por consequência, as práticas de manutenção mudam com frequência, é importante sempre se atualizar. Esse é o pensamento de Valmir da Silva Passos, gerente de manutenção de frotas da Berneck. Valmir já participou desse treinamento em 2013 e acredita que é necessário se reciclar a cada três anos. “Se capacitar é primordial para a realização de um bom trabalho. Com treinamentos aprimoramos nossas atividades e trocamos experiências com os outros participantes”, analisa. 
 
Além de participantes de várias regiões do Brasil, o curso teve a presença de profissionais do Uruguai, da Montes del Plata, Idalem S.A. e Ponsse Latin América. Daniel Alfaro, gerente da área full service da Ponsse no Uruguai, veio para o Brasil em busca de capacitação. “No Uruguai, praticamente não temos cursos voltados para a área florestal. Como a Malinovski Florestal é conhecida internacionalmente resolvemos participar do treinamento.” Ele afirma que os conteúdos ministrados são de grande valia para suas atividades no Uruguai. “As informações são bastante úteis, só preciso adaptar algumas de acordo com as nossas necessidades.”
 
A próxima edição do Curso de Aperfeiçoamento Técnico em Manutenção de Máquinas Florestais está programada para o segundo semestre de 2016, porém ele também pode ser realizado in company. Para mais informações entre em contato: info@malinovski.com.br
 
Sobre a Malinovski Florestal:
 
Há mais de 37 anos, a equipe da Malinovski Florestal atua na organização de feiras e eventos técnicos de colheita, transporte, silvicultura de florestas plantadas e infraestrutura florestal. Atualmente, ela é referência mundial na organização da Expoforest - Feira Florestal Brasileira. Além dos eventos, a Malinovski Florestal presta o serviço de consultoria, realiza treinamentos para profissionais florestais e atua na área de comunicação e marketing florestal, tendo lançado a primeira revista gratuita e 100% eletrônica do país, a B.Forest, em 2014.  

Fonte; SEGS

Marco Antonio Rossi destaca a importância da Fides no XXXV Conferência Hemisférica de Seguros

Começou nesta segunda-feira (26/10), em Santiago, no Chile, a XXXV Conferencia Hemisferica de Seguros da Federacion Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES). Com a participação de mais de 1.400 pessoas. de 39 países, o evento tem como tema este ano “O seguro na era do novo consumidor”.
 
A abertura ocorreu às 8h30min e ficou a cargo do presidente da Asociación de Aseguradores de Chile e também do Comitê Organizador, José Manuel Camposano. Logo em seguida, foi a vez do presidente da Fides, da CNseg e da Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi, fazer uso da palavra. O dirigente fez um breve balanço de sua gestão à frente da entidade e agradeceu o apoio recebido durante os últimos dois anos. “Me alegro em perceber o quanto o exercício da presidência da Fides me proporcionou uma visão mais abrangência do setor de seguros em nossa região e uma maior aproximação com os mercados vizinhos. A Fides tem a missão de promover o desenvolvimento e a integração da indústria de seguros e dos países da América Latina”, destacou Rossi, que ainda comentou alguns das ações realizadas em sua gestão, enfatizando a restruturação do site da entidade, os estudos promovidos pelos grupos de trabalho e a criação de uma rede de instituições de ensino. “Daqui a muitos anos olharemos esse período como um período especial da Fides”, concluiu Rossi.
 
Após o discurso do presidente da Fides, quem subiu ao palco foi o ministro da Economia do Chile, Luis Felipe Céspedes, que com uma breve mensagem saudou os participantes da XXXV Conferencia Hemisferica de Seguros e destacou a importância da indústria de seguros para a economia da latino-americana.
 
A primeira palestra do dia iniciou às 9h e foi realizada pelo ex-presidente chileno Ricardo Lagos, que fez uma análise política e econômica dos países que compõe a Fides. Lagos enfatizou que as políticas econômicas dos países influem diretamente em seus crescimento e pregou um modelo mais aberto ao livre comércio.
 
Após um breve intervalo, as atividades retornaram com a palestra do presidente do Lloyd’s, John Nelson. O executivo comentou o cenário econômico da América Latina e destacou que a perspectiva para o Brasil é boa a longo prazo. “Esperamos uma política de regulação mais liberal para a indústria de resseguros no Brasil”, disse também Nelson, que alertou que uma das grandes preocupações do mercado de seguros atualmente é atrair os profissionais mais qualificados para o setor.
 
Ainda durante a segunda-feira houve tempo para homenagens, a abertura oficial da ExpoFides e a realização de mais dois simpósios na parte da tarde.

Fonte: SEGS

Atletas Bradesco Seguros dominam pódio da etapa de Brasília do Circuito da Longevidade

Na décima etapa do Circuito da Longevidade de 2015, Ederson Pereira, atleta Bradesco Seguros, conquista sua sexta vitória do ano. No feminino, a vencedora foi a queniana Jackeline Chemwek Rionoripo
 
Nesse domingo (25) de tempo ameno, quem passou pela Praça do Buriti, em Brasília, contemplou um pódio abrilhantado pelos atletas da Bradesco Seguros, no Circuito da Longevidade. Na décima etapa do evento, promovido pelo Grupo Bradesco Seguros, Ederson Pereira venceu pela sexta vez no ano a prova de 6km com o tempo de 17'34",  superando sua marca alcançada em 2014, de cinco vitórias. O fundista também chegou em primeiro nas etapas de São José do Rio Preto (SP), São José dos Campos (SP), Sorocaba (SP), Porto Alegre e Salvador.
 
"Já participei de quase todas as etapas de Brasília do Circuito da Longevidade e este foi meu melhor tempo. O percurso é difícil por causa da subida no final, mas como estava na frente, consegui superar os demais. Estou muito feliz pela sexta vitória e, mais ainda, por bater a quantidade de pódios em relação à temporada de 2014", comenta o campeão.
 
Mas as surpresas do Circuito da Longevidade não acabaram aí. O pódio masculino ainda contou com os três atletas da Bradesco Seguros que fizeram bonito nesta etapa. Os irmãos gêmeos Damião Ancelmo de Souza e Cosme Ancelmo de Souza e Leandro Prates Oliveira, respectivamente em segundo, terceiro e quinto lugar. Em quarto lugar ficou o brasiliense Flávio Henrique G. Andrade com o tempo de 18'07".
 
"A prova para mim foi superação. Acabei de sair de uma lesão e, mesmo lesionado não parei de treinar, pois preciso estar bem para representar a equipe Bradesco Seguros em uma Maratona, no dia 15 de novembro", afirma Damião que repetiu, ao lado do irmão, o pódio conquistado recentemente na Meia Maratona Internacional de Cochabamba, na Bolívia - com a diferença que, nessa prova, seu irmão concluiu em segundo lugar, e ele, em terceiro.
 
Na elite feminina, a vencedora foi a queniana Jackline Chemwek Rionoripo, com a marca de 20'38". A segunda colocada foi Magdalena Crispin   Shauri, da Tanzânia, com o tempo de 20'48". Completaram o pódio a colombiana Muriel Coneo (21'14"), a brasiliense Roseane Xavier dos Santos (21'54") e a atleta Bradesco Seguros, Adriana Cristina Silva da Luz (22'04").
 
Adriana conquistou o pódio em todas as etapas da temporada de 2015 do Circuito da Longevidade. "Faltando 500 metros, estava ao lado da campeã, mas tive um problema de respiração. Mas, mesmo assim, consegui o pódio. Meu objetivo é estar em todos até o final da temporada", finalizou a atleta​.​
 
Após a corrida, saiu o grupo da caminhada, com participantes vindos de diversos municípios da região. Eles percorreram 3 km ao redor da Praça do Buriti. Ao todo, 4 mil pessoas participaram da etapa de Brasília do Circuito da Longevidade - 2 mil correndo e 2 mil caminhando.
 
As mascotes dos Jogos Rio 2016, Vinícius e Tom, marcaram presença novamente acompanhados da mascote do Time Brasil, Ginga. Além de interagir com o público, os três deram a largada da prova de corrida e da caminhada. Vinícius e Tom estão presentes no uniforme de participação do evento, reforçando que a marca Bradesco Seguros é a seguradora oficial e patrocinadora dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. 
 
Para os inscritos, foram oferecidos teste de pisada, avaliação física, massagem e bicicletário. Por meio de um equipamento de última geração, os interessados tiveram acesso a uma série de dados sobre sua condição física e receberam orientações de profissionais especializados para potencializar o treino e ganhar mais qualidade de vida. Já no teste da pisada, os participantes foram orientados a utilizar o tênis mais adequado ao seu passo. Todas as etapas do Circuito da Longevidade contam, também, com um bicicletário especial do "Movimento Conviva", uma iniciativa do Grupo Bradesco Seguros&n bsp;para incentivar a convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas, motociclistas e pedestres.
 
Esta foi a quinta vez consecutiva que Brasília recebeu o Circuito da Longevidade, criado em 2007 com o objetivo de sensibilizar o público para a prática de atividade física para a conquista da longevidade com saúde, bem-estar e qualidade de vida. O evento conta com apoio da Lei de Incentivo ao Esporte, do Governo Federal, e tem como coordenador técnico o preparador físico e comentarista esportivo Lauter Nogueira.
 
ESPORTE COM RESPONSABILIDADE SOCIAL
 
A Casa Azul Felipe Augusto  recebeu o valor equivalente ao da renda obtida com as inscrições no evento. A iniciativa se repete em todas as cidades onde o Circuito da Longevidade é realizado. Desde que foi criado, em 2007, mais de R$ 2,6 milhões já foram doados. O objetivo da ONG é trabalhar pela inclusão social e econômica e canalizar recursos para projetos d e combate de situações de vulnerabilidade entre crianças, adolescentes, jovens e suas famílias.
 
LONGEVOS SÃO HOMENAGEADOS NO PALCO
 
Os mais longevos da corrida e da caminhada receberam troféus e homenagens no palco. Aos 72 anos, Lucio Mauro Diniz foi o corredor mais longevo a participar. Ele completou os 6 km em 32'35". Entre as mulheres, o destaque foi Valdete Aguiar, de 72 anos, que fez a prova com o tempo de 1'09".
 
 Na caminhada, destacaram-se João Nunes, de 81 anos, e sua esposa, Rebeca Nunes, de 72 anos. A manhã na Praça do Buriti foi animada também pela aula de zumba fitness do professor Negão e Cia.
 
CORRIDA E CAMINHADA - CIRCUITO DA LONGEVIDADE
 
A prova de corrida tem caráter competitivo, com participação de atletas de elite brasileiros e estrangeiros, além de amadores e iniciantes. Os cinco primeiros colocados, nos pelotões masculino e feminino, recebem R$ 23 mil em prêmios, divididos da seguinte forma: R$ 5 mil (1º lugar), R$ 3 mil (2º lugar), R$ 2 mil (3º lugar), R$ 1 mil (4º lugar) e R$ 500 (5º lugar), livres de impostos, além de troféus e medalhas. Desde o início do projeto, foram pagos R$ 2 milhões em premiações. 
 
Já a caminhada tem foco maior nos sedentários, com a presença de participantes de todas as faixas etárias, de crianças a idosos. O objetivo é estimular os que caminharam para que, em uma próxima oportunidade, possam participar correndo. Os mais longevos têm destaque especial. Eles são homenageados, no pódio, com troféus e medalhas. Com essa ação, o Grupo Bradesco Seguros dá visibilidade aos longevos que, por meio do exercício físico, conquistaram uma vida saudável.
 
SOBRE O GRUPO BRADESCO SEGUROS
 
O Grupo Bradesco Seguros, segurador oficial e patrocinador dos Jogos Rio 2016, tem atuação multilinha em âmbito nacional. De janeiro a junho de 2015, seu faturamento atingiu R$ 30,2 bilhões nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. Tal valor representou evolução de 19,4% em relação ao totalizado no mesmo período de 2014.
 
RESULTADO DA PROVA
 
Corrida - Prova Masculina
Classificação
Nome
Tempo
1
Ederson Vilela Pereira (BRASIL)
17'34"
2
Damião Ancelmo de Souza (BRASIL)
17'48"
3
Cosme Ancelmo de Souza (BRASIL)
17'52"
4
Flávio Henrique G. Andrade (BRASIL)
18'07"
5
Leandro Prates Oliveira (BRASIL)
18'11"
Corrida - Prova Feminina
Classificação
Nome
Tempo
1
Jackline Chemwek Rionoripo (QUÊNIA)
20'38"
2
Magdalena Crispin   Shauri  (TANZÂNIA)
20'48"
3
Muriel Coneo Paredes (COLÔMBIA)
21'14"
4
Roseane Xavier dos Santos (BRASIL)
21'54"
5
Adriana Cristina Silva da Luz (BRASIL)
22'04"
 
 
CALENDÁRIO CIRCUITO DA LONGEVIDADE
 
Data
Cidade
Local
29 de março
Marília (SP)
Av. Esmeralda
17 de maio
Bauru (SP)
Parque Vitória Régia
21 de junho
São José do Rio Preto (SP)
Parque da Represa
05 de julho
São José dos Campos (SP)
Parque da Cidade
12 de julho
Sorocaba (SP)
Parque das Águas
26 de julho
Campinas (SP)
Lagoa do Taquaral
02 de agosto
Ribeirão Preto (SP)
Quinta da Primavera
16 de agosto
Porto Alegre (RS)
Parque Marinha do Brasil
30 de agosto
Salvador (BA)
Jardim de Alah
25 de outubro
Brasília (DF)
Praça do Buriti
8 de novembro
Goiânia (GO)
Parque Flamboyant
6 de dezembro
Rio de Janeiro (RJ)
Av. Atlântica - Praça do Lido
20 de dezembro
Belo Horizonte (BH)
Praça Nova da Pampulha
24 de janeiro de 2016
São Paulo (SP)
Parque da Independência


Fonte: SEGS

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Apolinário Seguros garante vaga na finalissima da IV Copa Brasil Allianz de Futebol Society

A segunda fase da IV Copa Brasil Allianz de Futebol Society está a todo vapor. Brasília sediou no último fim de semana mais uma etapa da competição. Na segunda fase da Copa Allianz, são apenas 4 times, que jogam entre si e os dois melhores fazem a final. Os times participantes da etapa de Brasília foram: Grandcor Amigos de Goiânia, Amazônia Futebol Álcool do Amazonas, Apolinário Seguros de Fortaleza e Vila Clube, time local!
 
O Diretor Regional Centro Oeste-Norte da Allianz, Leonardo Marins, falou de uma das partes mais importantes do evento, que é o relacionamento entre os Corretores e a Allianz; “A gente consegue se aproximar ainda mais dos Corretores, eu particularmente não conhecia os Corretores de Fortaleza e consegui bater um papo com eles e fortalecer o nosso relacionamento”.
 
A etapa de Brasília foi uma das mais disputadas de todas as edições da Copa Allianz, todos os times estavam com muita vontade de vencer e ao final dos 6 jogos da primeira fase, a Apolinário Seguros e o Amazônia Futebol Álcool se classificaram para a final. Um fato de destaque desses jogos, é que o jogador “Bobô ” do Amazônia Futebol Álcool se machucou em uma dividida de bola, foi levado de ambulância para o hospital e depois que todos os exames constataram que ele não teve nada grave, optou por voltar para a quadra para defender seu time.
 
A final da etapa foi muito disputada, não tinha bola perdida, muito menos jogo ganho. O Apolinário fez dois gols no primeiro tempo e fez mais um no inicio do segundo tempo. Tudo indicava para uma vitória fácil, contudo, o Amazônia marcou dois gols e o jogo ficou dramático. O Amazônia tentava empatar e o Apolinário tentava marcar mais um, e foi o que aconteceu no finalzinho do jogo, o Apolinário aproveitou um contra ataque e o matador Pedro Robson liquidou a fatura, garantindo o time de fortaleza na final em São Paulo. Pedro falou da emoção de avançar para a final dessa disputada com petição; “Com muita dificuldade a gente veio aqui e entramos com tudo! Garra, vontade, força e deu no que deu. Tô feliz demais por fazer uma viagem como essa! Parabéns para Allianz, tudo perfeito, hotel, ônibus, confraternização! Sensacional”.
 
A grande final será realizada dia 05 de Dezembro em São Paulo e até agora os dois times classificados são o Peleteiros de Feira de Santana e agora o Apolinário Seguros de Fortaleza!

Fonte: SEGS

Sincor-RS aponta que setor não sentiu a crise

O setor de seguros não pode reclamar. Em ano de crise geral na economia do País, o segmento deve manter a marca de crescimento de dois dígitos, destacaram dirigentes do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado (Sincor-RS). O ano deve fechar com média de expansão na venda de produtos, que abrangem desde bens como carros e imóveis até vida, saúde e previdência, deve ficar entre 17% e 20%, em média. A entidade aposta na segurança da comercialização e suporte feitos pelos corretores, que somam 6,3 mil profissionais no Estado entre os mais de 80 mil no Brasil.
"Demora até a crise afetar o setor, pois as pessoas se protegem para não perder, muitas vezes, o único bem que possuem", explicou o diretor social do sindicato, César Luis Blauth, em visita ao Jornal do Comércio na sexta-feira passada, quando foi recebido pelo diretor comercial, Luiz Borges. Blauth citou ainda que o segmento voltado a imóveis é um dos que mais cresce, associando com o período de estragos gerados por ventos e inundações, que eleva o interesse. O valor, entre R$ 300,00 a R$ 400,00 ao ano, costuma surpreender. "As pessoas não fazem porque que acham que é muito caro, mas não é", disse o diretor social.
O Sincor-RS tem atuado em denunciar os chamados seguros piratas, vendidos por associações beneficentes, que não têm registro para isso e geram riscos a quem adquire. O diretor de marketing, André Luiz Araújo Thozeski, informa que a denúncia e fiscalização de órgãos como Polícia Federal e Ministério Público indicam que a prática vira canal de evasão de divisas e crime contra a economia popular. Um tema que o sindicato acompanha de perto ainda é o ingresso de bancos na corretagem de seguros.
O Sincor-RS não concorda com a criação da Corretora de Seguros do Banrisul, cujo projeto de lei tramita na Assembleia Legislativa. Thozeski explicou que a entidade se reuniu com a direção do banco há cerca de um mês e mostrou que atuar com corretores independentes vai elevar a receita da seguradora que o banco tem em sociedade com a Icatu Seguros. "O corretor representa o segurado perante a seguradora. Vemos conflito de interesse no banco atuar nas duas pontas." Segundo o diretor de marketing, 85% da comercialização de produtos é feita por meio do corretor.
Fonte: Jornal do Comercio

Seguradora francesa Axa segue com apetite por aquisições no País

Nos últimos cinco anos, a companhia, que soma 1,3 trilhão em ativos ao redor do globo, comprou 20 empresas no mundo. Dessas, apenas uma foi no Brasil, a primeira desde que se restabeleceu no País. Após algumas tentativas sem sucesso, o alvo foi a carteira de grandes riscos da SulAmérica por R$ 135 milhões, cuja compra deve ser concluída ainda este ano.

A despeito da crise, Philippe Jouvelot, presidente da Axa no País, diz que o momento é "mais fácil" para começar uma operação no Brasil diante do câmbio, que é favorável, e o retorno, beneficiado pelos juros altos. Depois de dois anos e meio de estudos, a francesa emitiu a primeira apólice em janeiro.
"Com o câmbio favorável, tudo que você compra sai mais barato. O dinheiro investido dá mais lucro. Colocamos meio bilhão de reais (no País) e o retorno é de 14,25% no lugar de 8% antigamente. Para uma seguradora que gosta de entrar no longo prazo, não tem melhor momento", avalia Jouvelot, em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.
O executivo admite, porém, que as incertezas atuais remam contra o possível ingresso da Axa em saúde. Esse não é ainda, segundo ele, um plano da francesa, mas um sonho pessoal que nasceu da oportunidade de ofertar uma opção complementar de saúde no Brasil com coberturas "essenciais" para o cidadão e não "de luxo".
Expertise não falta
No mundo, o negócio de saúde da Axa é de 11 bilhões de euros. Neste momento, a seguradora começa a operar o segmento no Egito. Para que o mesmo ocorra no Brasil, conforme Jouvelot, estabilidade e regulamentação, que hoje limita os reajustes dos planos individuais, são palavras-chave já que tal passo consumiria "bilhões" de reais em investimento.
"A questão não é o dinheiro, mas se vale a pena investir no Brasil para desenvolver o mercado de saúde ou fazer outra coisa. É uma arbitragem e tem a ver com a estabilidade do investimento no longo prazo. O que investidores estrangeiros gostam é de visibilidade de longo prazo. O momento não é o melhor. Há muita incerteza e a regulamentação de saúde teria de ser provavelmente adaptada para que o mercado atendesse mais pessoas", explica ele.
Enquanto não encontra mais ativos de seu interesse no Brasil, a Axa toca seu projeto orgânico, aproveitando a baixa penetração do seguro a despeito da crise que assola o País. No mundo, é conhecida por ter um perfil comprador. Possui, inclusive, uma equipe própria de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês), estrutura mais comum aos bancos de investimento. Essa postura permitiu à Axa ter expertise na análise de valuation e o preço do ativo que têm de ser, segundo Jouvelot, mais atrativo que crescer de forma orgânica. Essa seria, conforme fontes, a razão que fez a francesa desistir da carteira de seguro de vida em grupo do Itaú.
Questionado, o francês, que tem 30 anos de Axa, prefere não comentar transações em andamento. Fontes dizem que AIG e Pan Seguros, de BTG e Caixa, estariam no páreo final da disputa. O executivo também não revela se o grupo mantém outras conversas. Reforça, entretanto, que "dinheiro não é o problema". Uma prova de fogo foi dada pela Axa em meados do ano passado quando quase levou a operação de grandes riscos do Itaú, mas foi desbancada pela americana Ace que ofereceu alguns bilhões a mais.
Antes disso, também tentou ficar com a fatia do holandês ING na SulAmérica. Restou, porém, a carteira de grandes riscos. Apesar de menor do que a do Itaú, Jouvelot explica que o ativo tem um valor importante por ser o segundo maior na área de cascos marítimos, área com potencial no País. De quebra, a Axa ainda reforçou a parceria com a seguradora controlada pela família Larragoiti, também da França.
Questionado sobre se a SulAmérica seria um possível alvo de aquisição, o executivo afirma que vê o relacionamento perdurar no longo prazo. "Somos bem próximos, mas não temos operação de M&A com a SulAmérica. Temos uma parceria de dez anos e que deve durar mais dez anos a frente. Como vai terminar, não sei. Pode ser que termine com casamento", admite o executivo, acrescentando que "para comprar, é preciso que alguém queira vender". Sobre a SulAmérica ter tal ambição, ele afirma que não pode comentar, mas diz que há outras famílias além da Larragoiti que podem se desfazer de participações no mercado de seguros no Brasil, principalmente, com as novas regras de solvência que tendem a exigir mais capital das companhias.
A combinação de uma estratégia orgânica e via aquisições, segundo o presidente da Axa, deve render quase R$ 400 milhões em prêmios à companhia em 2015. A meta é de ao menos R$ 360 milhões. Embora a cifra não se compare à uma "Bradesco Seguros", o presidente da Axa não esconde a ambição da seguradora no País. Segundo ele, o grupo não é o número dez em lugar algum, mas sempre está acostumado com a segunda e quarta colocações.
No Brasil, de acordo com ele, não será diferente. Embora tenha feito uma estrutura do zero, que conta com uma seguradora e uma resseguradora local, a Axa já teve presença no Brasil no passado. Deixou o País em 2003 quando vendeu sua operação, filial fruto da aquisição da Union des Assurances De Paris (UAP), para a Porto Seguro que deu origem à marca Azul. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao Minuto